Pois existem pessoas engajadas em colocar um freio na perecividade das coisas , como o espanhol Benito Muros.
Em 1999 , Benito visitou o quartel de bombeiros de Livermore , na Califórnia , e conheceu uma lâmpada que está acesa há 112 anos no local.
Benito bateu de frente com um empecilho maior que o próprio desafio de criar uma lâmpada com 100 anos de durabilidade , a obsolescência programada.
Isso mesmo , você é indiretamente condicionado ao consumo , para que o sistema continue funcionando , pois com produtos de grande durabilidade , o lucro é menor.
Benito bateu de frente com a indústria e desenvolveu uma lâmpada que dura 100 anos!
Não a toa , Benito afirma ter sido ameaçado de morte devido sua invenção.
Por isso , ele criou um movimento chamado Sem Obsolescência Programada ( SOP ) , que defende não só o caso das lâmpadas , mas o de muitos outros objetos do cotidiano que poderiam durar muito mais.
Já foram oferecidos 30 milhões de euros para que Muros tirasse sua lâmpada do mercado , que tem garantia de 25 anos , ou 219 mil horas de funcionamento contínuo , quebrando com o pacto velado da obsolescência programada.
Por isso , ele criou um movimento chamado Sem Obsolescência Programada ( SOP ) , que defende não só o caso das lâmpadas , mas o de muitos outros objetos do cotidiano que poderiam durar muito mais.
Já foram oferecidos 30 milhões de euros para que Muros tirasse sua lâmpada do mercado , que tem garantia de 25 anos , ou 219 mil horas de funcionamento contínuo , quebrando com o pacto velado da obsolescência programada.

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